sábado, 21 de maio de 2011

«Ciclo de Cinema Inter-Turmas»




No âmbito da Semana Multimédia, realizou-se o habitual «Ciclo de Cinema Inter-Turmas», que decorreu de 9 a 14 de Maio.

Na sequência da votação, foi eleito, pelos alunos, o Melhor Filme da Semana, «A Vida é Bela».

Os trabalhos para a Melhor Crítica de Cinema devem ser enviados até ao fim do mês de Maio.

domingo, 15 de maio de 2011

Projecto «Saber +»

Melhor Trabalho «Dia do Trabalhador»
Sunning Zhu, 7.ºE.

Melhor Trabalho

«Dia Mundial da Família»
Sofia Moreira, 8.ºF.

domingo, 24 de abril de 2011

«Projecto Saber +», Melhor Crítica

Melhor Trabalho de Crítica Literária:

Categoria I, 7.º Ano, Ana Rita Matos, 7.ºE;
Categoria II, 7.º Ano, Diana Ferreira, 7.ºE;
Categoria III, 7.ºAno, Francisco Dias, 7.ºE.


Categoria I, 8.º Ano, João Costa, 8.ºF;
Categoria II, 8.º Ano, Ana Sofia Moreira, 8.ºF;
Categoria III, 8.º Ano, Catarina Gonçalves, 8.ºF.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

«Aula Aberta à Mãe», Projecto Saber +

A Professora de Língua Portuguesa e os Alunos das Turmas 7.ºE, 7.ºF, 8.ºE e 8.ºF têm a honra de convidar as suas Mães, para assistir à «Aula Aberta à Mãe», de acordo com a seguinte calendarização:

Aula Aberta à Mãe, 7.ºE, 29 de Abril, 12 horas, Sala 248;
Aula Aberta à Mãe, 7.ºF, 26 de Abril, 11 horas, Sala 218;
Aula Aberta à Mãe, 8.ºE, 29 de Abril, 16 horas, Sala 255;
Aula Aberta à Mãe, 8.ºF, 29 de Abril, 11 horas, Sala 248.

sábado, 2 de abril de 2011

Melhor Trabalho da «Semana do Teatro»

Categoria I, Comédia: Catarina Gonçalves e Ana Sofia Moreira, 8.ºF.
Categoria II, Tragédia: Não foi apurado vencedor.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Semana do Teatro/ Festival de Teatro Inter-Turmas



Como é habitual, nas minhas turmas, assinala-se o Dia Mundial do Teatro, através de um conjunto de actividades, desenvolvidas quer em Estudo Acompanhado, quer em Língua Portuguesa, ao longo de uma semana.

Este ano a Semana do Teatro realiza-se de 28 de Março a 1 de Abril. As peças escritas devem obedecer às regras definidas na aula, uma vez que serão, a posteriori, representadas no dia 1 de Junho, data do Festival de Teatro Inter-Turmas.

domingo, 27 de março de 2011

Proposta de Trabalho ( 7.º E )

Relacionar o conto tradicional, «O sal e a água», com a peça de Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria.
«O sal e a água»

Um rei tinha três filhas; perguntou a cada uma delas, por sua vez, qual era a mais sua amiga?

A mais velha respondeu:

- Quero mais a meu pai do que à luz do Sol.

Respondeu a do meio:

- Gosto mais do meu pai do que de mim mesmo.

A mais moça respondeu:

- Quero-te tanto como a comida quer o sal.

O rei entendeu por isto que a filha mais nova não o amava tanto como as outras e pô-la fora do palácio.

Ela foi, muito triste, por esse mundo e chegou ao palácio de um rei, aí ofereceu-se para ser cozinheira.

Um dia veio à mesa um pastel muito bem feito, o rei ao parti-lo achou dentro um anel muito pequeno e de grande preço. Perguntou a todas as damas da corte de quem seria aquele anel. Todas quiseram ver se o anel lhes servia; foi passando, até que chamaram a cozinheira e só a ela o anel servia.

O príncipe viu isto e ficou logo apaixonado por ela, pensando que era de família nobre. Começou então a espreitá-la, porque ela só cozinhava às escondidas e viu-a vestida com trajes de princesa. Foi chamar o rei seu pai e ambos viram o caso.

O rei deu licença ao filho para casar com ela, mas a menina tirou por condição que queria cozinhar pela sua mão o jantar do dia da boda.

Para as festas do noivado convidou-se o rei que tinha as três filhas e que pusera de fora a mais nova.

A princesa cozinhou o jantar, mas nos manjares que haviam de ser postos ao rei seu pai não pôs sal de propósito. Todos comiam com vontade, mas só o rei convidado é que nada comia.

Por fim, perguntou-lhe o dono da casa, porque é que o rei não comia. Respondeu ele, não sabendo que assistia ao casamento da filha:

- É porque a comida não tem sal.

O pai do noivo fingiu-se raivoso e mandou que a cozinheira viesse ali dizer porque é que não tinha posto sal na comida.

Veio então a menina vestida de princesa, mas assim que o pai a viu, conheceu-a logo e confessou ali a sua culpa por não ter percebido quanto era amado pela sua filha, que lhe tinha dito que lhe queria tanto como a comida quer o sal e que depois de sofrer tanto nunca se queixara da injustiça de seu pai.


in, Contos Tradicionais, Teófilo Braga