Melhor Trabalho de Crítica Literária:
Categoria I, 7.º Ano, Ana Rita Matos, 7.ºE;
Categoria II, 7.º Ano, Diana Ferreira, 7.ºE;
Categoria III, 7.ºAno, Francisco Dias, 7.ºE.
Categoria I, 8.º Ano, João Costa, 8.ºF;
Categoria II, 8.º Ano, Ana Sofia Moreira, 8.ºF;
Categoria III, 8.º Ano, Catarina Gonçalves, 8.ºF.
domingo, 24 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
«Aula Aberta à Mãe», Projecto Saber +
A Professora de Língua Portuguesa e os Alunos das Turmas 7.ºE, 7.ºF, 8.ºE e 8.ºF têm a honra de convidar as suas Mães, para assistir à «Aula Aberta à Mãe», de acordo com a seguinte calendarização:
Aula Aberta à Mãe, 7.ºE, 29 de Abril, 12 horas, Sala 248;
Aula Aberta à Mãe, 7.ºF, 26 de Abril, 11 horas, Sala 218;
Aula Aberta à Mãe, 8.ºE, 29 de Abril, 16 horas, Sala 255;
Aula Aberta à Mãe, 8.ºF, 29 de Abril, 11 horas, Sala 248.
sábado, 2 de abril de 2011
Melhor Trabalho da «Semana do Teatro»
Categoria I, Comédia: Catarina Gonçalves e Ana Sofia Moreira, 8.ºF.
Categoria II, Tragédia: Não foi apurado vencedor.
Categoria II, Tragédia: Não foi apurado vencedor.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Semana do Teatro/ Festival de Teatro Inter-Turmas
Como é habitual, nas minhas turmas, assinala-se o Dia Mundial do Teatro, através de um conjunto de actividades, desenvolvidas quer em Estudo Acompanhado, quer em Língua Portuguesa, ao longo de uma semana.
Este ano a Semana do Teatro realiza-se de 28 de Março a 1 de Abril. As peças escritas devem obedecer às regras definidas na aula, uma vez que serão, a posteriori, representadas no dia 1 de Junho, data do Festival de Teatro Inter-Turmas.
domingo, 27 de março de 2011
Proposta de Trabalho ( 7.º E )
Relacionar o conto tradicional, «O sal e a água», com a peça de Alice Vieira, Leandro, Rei da Helíria.
«O sal e a água»
Um rei tinha três filhas; perguntou a cada uma delas, por sua vez, qual era a mais sua amiga?
A mais velha respondeu:
- Quero mais a meu pai do que à luz do Sol.
Respondeu a do meio:
- Gosto mais do meu pai do que de mim mesmo.
A mais moça respondeu:
- Quero-te tanto como a comida quer o sal.
O rei entendeu por isto que a filha mais nova não o amava tanto como as outras e pô-la fora do palácio.
Ela foi, muito triste, por esse mundo e chegou ao palácio de um rei, aí ofereceu-se para ser cozinheira.
Um dia veio à mesa um pastel muito bem feito, o rei ao parti-lo achou dentro um anel muito pequeno e de grande preço. Perguntou a todas as damas da corte de quem seria aquele anel. Todas quiseram ver se o anel lhes servia; foi passando, até que chamaram a cozinheira e só a ela o anel servia.
O príncipe viu isto e ficou logo apaixonado por ela, pensando que era de família nobre. Começou então a espreitá-la, porque ela só cozinhava às escondidas e viu-a vestida com trajes de princesa. Foi chamar o rei seu pai e ambos viram o caso.
O rei deu licença ao filho para casar com ela, mas a menina tirou por condição que queria cozinhar pela sua mão o jantar do dia da boda.
Para as festas do noivado convidou-se o rei que tinha as três filhas e que pusera de fora a mais nova.
A princesa cozinhou o jantar, mas nos manjares que haviam de ser postos ao rei seu pai não pôs sal de propósito. Todos comiam com vontade, mas só o rei convidado é que nada comia.
Por fim, perguntou-lhe o dono da casa, porque é que o rei não comia. Respondeu ele, não sabendo que assistia ao casamento da filha:
- É porque a comida não tem sal.
O pai do noivo fingiu-se raivoso e mandou que a cozinheira viesse ali dizer porque é que não tinha posto sal na comida.
Veio então a menina vestida de princesa, mas assim que o pai a viu, conheceu-a logo e confessou ali a sua culpa por não ter percebido quanto era amado pela sua filha, que lhe tinha dito que lhe queria tanto como a comida quer o sal e que depois de sofrer tanto nunca se queixara da injustiça de seu pai.
in, Contos Tradicionais, Teófilo Braga
Melhor Trabalho da «Semana da Poesia/Festa da Primavera»
Categoria I, Melhor Poema: Ana Sofia Moreira, 8.ºF.
Categoria II, Melhor Estrofe: Bruno Miguel Oliveira, 7.ºE.
Categoria III, Melhor Verso: Bruno Teixeira, 7.ºE.
Categoria II, Melhor Estrofe: Bruno Miguel Oliveira, 7.ºE.
Categoria III, Melhor Verso: Bruno Teixeira, 7.ºE.
quinta-feira, 24 de março de 2011
24 de Março, Dia do Estudante
Para assinalar o Dia do Estudante, aqui fica o poema «Liberdade» de Fernando Pessoa:
Liberdade
Ai que prazer,
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa.
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Liberdade
Ai que prazer,
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
O sol doira
Sem literatura.
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como tem tempo não tem pressa.
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quando há bruma,
Esperar por D. Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
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